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Vital participará do grupo que comandará a reforma ministerial

129334,362,80,0,0,362,271,0,0,0,0A reforma ministerial que a presidente Dilma Rousseff terá que fazer em breve será comandada pelo PMDB. A garantia foi dada, ontem, pelo senador Vital do Rêgo Filho. “No tempo em que a presidente definir como o ideal para a reforma, o PMDB é quem passará a presidir os entendimentos a cerca do assunto”, reforçou o peemedebista.

Ele adiantou que integrará o grupo que auxiliará Dilma na escolha dos novos ministros. Além dele, o vice-presidente Michel Temer, o presidente do Senado Renan Calheiros, o presidente da Câmara Federal Eduardo Alves, o presidente nacional, em exercício, da legenda senador Valdir Raupp e  os líderes da sigla no Senado e Câmara, Eunício Oliveira líder e Eduardo Cunha respectivamente, também ajudarão na escolha dos novos ministros.

“Esse é um grupo que trabalha com a anuência de outros companheiros que já estão, em nome do partido, discutindo à ocupação de espaços na reforma ministerial”, declarou Vital do Rêgo. Ao todo, segundo o senador, 15 ministros devem deixar suas pastas para disputar a eleição em outubro próximo. Dois são do PMDB: Antônio Andrade (Agricultura) e Gastão Dias Vieira (Turismo).

Vital do Rêgo disse que espera que as duas vagas continuem com o PMDB. Ele lembrou que em setembro de 2013 o nome dele foi indicado, por unanimidade, para assumir o ministério da Integração Nacional, no lugar de Fernando Bezerra (PSB). O socialista deixou o cargo a pedido do partido que tem o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como pré-candidato a presidente da República.

“Até agora, o PMDB só tem um nome, subtraído de um consenso da Câmara dos deputados, que é o meu para ocupar uma vaga nessa reforma”, afirmou Vital.  “Eu não tenho expectativas e nem ansiedade em relação a isso. A decisão caberá a presidente da República”, complementou.

Vital do Rêgo acredita que os primeiros anúncios da reforma ministerial devem acontecer ainda no mês de janeiro. “A presidente deve voltar de férias hoje (ontem) e, talvez, nas próximas duas semanas nós possamos ter o anúncio de reforma nos ministérios”, disse.

Portal Correio

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