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Suspeitos de incendiar mendigo no Guará eram amigos de infância

Imagem Ilustrativa
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Dos três suspeitos de queimar vivo o morador de rua Edvan Lima da Silva, 49 anos, em uma praça do Guará, apenas o envolvimento da menina de 17 anos causou a perplexidade de familiares e vizinhos. O trio residia na cidade onde ocorreu o crime, integra famílias de classe média, conhece-se desde criança, mas ela era a única sem passagem pela polícia e com uma vida escolar regular. Até então, os parentes e os amigos desconheciam o envolvimento da estudante com drogas e jovens infratores.

A garota morava em uma quitinete com o pai, um agente federal aposentado. Em depoimento, confessou ter sido a responsável por jogar gasolina nas vítimas. Acrescentou ter sofrido uma tentativa de assalto praticada pelos moradores de rua e, por isso, queria se vingar. Mas não há ocorrência sobre esse suposto caso. Morena, magra, bonita, aluna de um colégio público do Guará, é tida pelos vizinhos e os colegas de aula como uma menina tranquila, disciplinada e bem-educada.

Todos os dias, descia para almoçar no restaurante localizado sob o imóvel, geralmente na companhia do pai. “Ela sempre me pareceu uma menina bem criada. Um pouco retraída, mas educada. Falava com todos”, conta a dona do estabelecimento, sem esconder a surpresa. “Quando vi a notícia, fiquei muito chocada.”

 

Correio Braziliense

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