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Suspeito de estuprar menor três vezes e esfaquear companheiro dela é preso na PB

preso1-300x225Um jovem de 25 anos foi preso suspeito de estuprar três vezes uma adolescente de 14 anos e esfaquear o companheiro dela, de 15, na Zona Rural do município de Queimadas, no Agreste da Paraíba, a 133 km de João Pessoa. A Polícia Civil afirmou que os crimes ocorreram entre o fim da noite dessa sexta-feira (6) e a madrugada deste sábado (7).

Segundo a delegada Juliana Brasil, que registrou o fato, as vítimas estavam voltando da igreja e, quando chegavam à residência onde moram, o suspeito as abordou armado com uma faca doméstica.

“Ele amarrou o rapaz e o esfaqueou no peito. Depois, ele colocou filmes pornográficos para a adolescente assistir e começou a praticar atos sexuais com ela”, contou a delegada. Ela acrescentou que o suspeito, fazendo muitas ameaças, chegou a desamarrar o ferido, sair da casa, voltar, amarrá-lo mais uma vez e praticar novamente o estupro. Esse fato se repetiu por três vezes, de acordo com Juliana, entre as 23h da sexta e as 6h do sábado.

“Às seis horas, quando o casal percebeu que o suspeito não retornaria, resolveu buscar ajuda dos vizinhos”, continuou Juliana. Os moradores, então, partiram em busca do jovem, o encontraram e o detiveram. “Não houve linchamento. O suspeito ficou machucado porque se debateu muito ao resistir à prisão”, explicou a delegada. Ele recebeu atendimento médico e já foi ouvido pela polícia, quando confessou os delitos, sendo conduzido em seguida para a cadeia pública de Queimadas. A Polícia Civil constatou que ele já havia sido preso por estupro da própria tia e que tinha um mandado de prisão em aberto.

A vítima do estupro fez exame de corpo de delito e prestou depoimento à polícia. O companheiro dela foi direcionado ao Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, onde passaria por cirurgia, pois, conforme a delegada, a faca perfurou o pulmão do lado direito do peito. A instituição de saúde informou à polícia que o quadro dele é estável.

“Apesar da pouca idade, eles já vivem juntos e mantêm uma relação estável, com o consentimento das famílias”, completou Juliana Brasil, referindo-se às vítimas.

 

 

portalcorreio

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