Educação

Senai e Sebrae promovem oficinas de costura para qualificar mão de obra

Laurita trabalha como costureira há 20 anos e quer abrir uma confecção
Laurita trabalha como costureira há 20 anos e quer abrir uma confecção

Laurita Maria de Jesus Lima, 54 anos, costura há 20. Faz vários produtos, como jalecos, blazeres, calças, camisas e vestidos. Há um ano e meio, formalizou o negócio e, hoje, é microempreendedora individual. Trabalha de casa, no Recanto das Emas, para uma empresa que confecciona uniformes. Ganha cerca de R$ 800 por mês, dependendo da quantidade de peças que costura. Mas sonha em crescer na profissão, comprar novas máquinas, empregar profissionais e abrir a própria confecção.

Pessoas com histórias parecidas com a de Laurita estão reunidas até amanhã no Serviço Nacional da Indústria (Senai) de Taguatinga. Durante três dias, costureiras de todo o Distrito Federal terão a oportunidade de aprender novas técnicas, melhorar o processo de produção e, assim, estar bem mais capacitadas para o mercado de trabalho. Em uma parceria com o Sebrae, o Senai oferece, desde ontem, palestras e oficinas com especialistas da área para ajudar as costureiras a estabelecerem o preço das mercadorias — levando em consideração os custos da produção —, dar um melhor caimento às roupas — trabalhando com cortes computadorizados — e usar diferentes tecidos e modelagens.

 

Correio Braziliense

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