Paraíba

Romero afirma que presidente do Sintab usa factoide para manter a greve

20130820064808O prefeito Romero Rodrigues (PSDB) criticou o vereador Napoleão Maracajá (PCdoB), e em tom de desabafo, disse que presidente do Sintab usa factoide para manter a greve dos servidores da saúde  do município. Romero explicou que enviou um novo projeto de lei à Câmara Municipal, excluindo 14 áreas do programa, deixando a área da saúde com a possibilidade de convênio com Organizações Sociais (OS), mas preservando todos os direitos dos servidores públicos. “O vereador e presidente do sindicato, Napoleão Maracajá, passou em todos os postos de saúde da cidade dizendo que os servidores seriam demitidos.” Eles pediram que retirássemos alguns artigos dos projetos, através de abaixo-assinado, e retiramos mais do que devíamos. Agora, solicitam a revogação total, assim é demais”, afirmou Romero.

Ele fez um apelo para que os servidores voltem ao trabalho, após mais de duas semanas em greve. “É lamentável que a população que fica desassistida por causa de uma greve sem lógica, causada por quem quer aparecer e usa factoide”, frisou.

Napoleão Maracajá, por sua vez, disse que é sem lógica é o argumento do prefeito. “Se ele diz que não existe de fato a pactuação, ou seja, a Lei da Terceirização, por que não revoga na íntegra o que foi aprovado pela Câmara e sancionado. Quem usa de factoide é o prefeito, que não cumpre o documento que assinou na assembleia dos servidores durante a campanha eleitoral”, desafiou. Em nova assembleia da categoria, realizada na última segunda-feira (19), pelo Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema os servidores decidiram pela permanência da greve. Eles entenderam que a declaração do prefeito Romero Rodrigues era de não revogar a lei que institui o projeto de pactuação e que os servidores da Saúde poderiam paralisar os trabalhos durante os quatro anos de seu mandato. Além disso, o Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema (Sintab) vai fazer uma série de manifestações contra a Lei da Pactuação.

PBAgora

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