Paraíba

Ricardo Coutinho revela ‘malabarismo’ para executar compromissos com funcionalismo: “Outros Estados não conseguiram cumprir!”

Fazendo uma análise do esforço apresentando pela gestão estadual que neste final de ano injetou mais de R$ 700 milhões na economia paraibana através do pagamento do mês de dezembro, 13º, e em alguns casos 14º e 15º, o governador socialista Ricardo Coutinho (PSB) revelou a existência de um grande sacrifício para cumprir com os compromissos junto ao funcionalismo estadual, em face das constantes quedas de arrecadações nos cofres públicos.

“Isso foi alcançado com muito esforço. Outros Estados não conseguiram cumprir com essa pauta do décimo terceiro”, desabafou Ricardo Coutinho.

REFORMA ADMINISTRATIVA:Coutinho também disse que a reforma administrativa, prevista para o inicio do próximo ano, não faz parte da prioridade em sua agenda política.

“Não consegui pensar nisso ainda devido a esse monte de ações que o governo tem realizado em todo o Estado. Vivo andando por todas as regiões do Estado, inaugurando obras e começando outras novas e não tive ainda a condição de pautar essa questão, pontuou, acrescentando que: “Eu estou falando com muita clareza, e de certa forma eu sou um daqueles que quando acha que é pra fazer, se faz. Eu não aviso antes. Eu não pensei por conta desse monte de coisas que nós estamos tendo que realizar”, frisou o governador.

Por fim Ricardo Coutinho se definiu como um governador distante do ‘gabinete’ e que em face de tamanho corre-corre não deu ainda tempo para priorizar uma reforma.

“Eu vivo pelo meio do mundo. Eu vivo no Brejo, no Curimataú, no alto Sertão. Vivo viajando, inaugurando obras, começando coisas novas. Enfim, eu não tive ainda a condição de pautar a questão das possibilidades futuras, em relação a saída daqueles que disputarão cargos eletivos”, concluiu.

PB Agora

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1 pensou em “Ricardo Coutinho revela ‘malabarismo’ para executar compromissos com funcionalismo: “Outros Estados não conseguiram cumprir!””

  1. Se não gastasse tanto com prestadores de serviço aos montes e fantasmas teria dinheiro suficiente para pagar os salários e promover um reajuste digno, ao menos semelhante a inflação acumulada no ano.

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