Educação

Rebeldes impedem perícia sobre queda de avião, diz Ucrânia

Aviao-300x176O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, disse neste sábado (19) ao ministro do exterior da Holanda, Frans Timmermans, que não vai tolerar nenhuma interferência no trabalho dos monitores internacionais e dos outros especialistas que investigam o desastre do avião da Malásia.

Poroshenko disse em um comunicado que monitores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) foram mais uma vez prejudicados por rebeldes pró-russos em seu trabalho no local do desastre.

“Não vamos tolerar interferências no trabalho da comissão, e os representantes de outros países não têm a possibilidade de conduzir uma investigação objetiva”, disse Poroshenko.

Um Boeing 777 da Malaysia Airlines com 298 a bordo caiu na quinta (17)  na região ucraniana de Donetsk, controlada por separatistas pró-Rússia que estão em confronto com o governo de Kiev.

O autor não foi identificado, mas os EUA acreditam que o míssil foi provavelmente disparado por separatistas pró-Rússia que dominam o leste do país.

O incidente acirrou o conflito separatista na região.

Rebeldes e o governo central de Kiev trocam acusações sobre a autoria do suposto disparo.

Resgate
Equipes de resgate tentam recuperar os restos dos corpos dos mortos da tragédia, em um local fortemente vigiado e com acesso restrito.

O destino previso pelos rebeldes para os corpos é o necrotério de Donetsk. De acordo com eles, 27 corpos encontrados a alguns quilômetros de distância, perto de outra aldeia, já foram transportados para o necrotério da principal cidade da região, nas mãos de rebeldes separatistas.

Dezenas de rebeldes pró-russos armados bloqueiam a pequena estrada que atravessa a área onde os destroços do avião caíram e a tensão é alta, com dezenas de jornalistas.

Observadores da Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) relataram à agência Reuters que os separatistas estão visivelmente incomodados com a presença de especialistas e da imprensa na área.

Repercussão internacional
Em outro comunicado, ao seu colega polonês Bronislaw Komorowsky, o presidente ucraniano Poroshenko afirma que os envolvidos na queda do avião não devem participar das conversações para solucionar o conflito existente na região.

O autor não foi identificado, mas os EUA acreditam que o míssil foi provavelmente disparado por separatistas pró-Rússia que dominam o leste do país.

O incidente acirrou o conflito separatista na região.

Rebeldes e o governo central de Kiev trocam acusações sobre a autoria do suposto disparo.

Resgate
Equipes de resgate tentam recuperar os restos dos corpos dos mortos da tragédia, em um local fortemente vigiado e com acesso restrito.

O destino previso pelos rebeldes para os corpos é o necrotério de Donetsk. De acordo com eles, 27 corpos encontrados a alguns quilômetros de distância, perto de outra aldeia, já foram transportados para o necrotério da principal cidade da região, nas mãos de rebeldes separatistas.

Dezenas de rebeldes pró-russos armados bloqueiam a pequena estrada que atravessa a área onde os destroços do avião caíram e a tensão é alta, com dezenas de jornalistas.

Observadores da Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) relataram à agência Reuters que os separatistas estão visivelmente incomodados com a presença de especialistas e da imprensa na área.

Repercussão internacional
Em outro comunicado, ao seu colega polonês Bronislaw Komorowsky, o presidente ucraniano Poroshenko afirma que os envolvidos na queda do avião não devem participar das conversações para solucionar o conflito existente na região.

 

G1

 

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Fechar