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Quase 600 profissionais intensificam ações de acompanhamento do Projeto São Francisco, diz Governo Federal

117563,362,80,0,0,362,271,0,0,0,0Para dar cada vez mais agilidade às obras da Integração do Rio São Francisco, além de reforçar as frentes de trabalho, o Ministério da Integração Nacional tem fortalecido as ações de monitoramento dos trabalhos. São quase 600 colaboradores atuando na fiscalização, supervisão e gerenciamento das obras civis, eletromecânicas e ações ambientais do empreendimento.

Ao longo da última semana, as equipes gerenciais do Departamento de Projetos Estratégicos, da Secretaria de Infraestrutura Hídrica, responsável pelo projeto, reuniram-se mais uma vez com as empresas construtoras e supervisoras nos canteiros de obra para acompanhar e fiscalizar as atividades.

Além desses encontros mensais, o Ministério da Integração Nacional mantém equipes lotadas nos estados de Pernambuco, Paraíba e Ceará para acompanhar o dia a dia dos trabalhos executados pelas construtoras, ao longo dos 17 municípios por onde passam as obras do Projeto São Francisco. Para o secretário de Infraestrutura Hídrica, Francisco Teixeira, essas reuniões de trabalho com todos os atores envolvidos no empreendimento são fundamentais. “Estamos aqui para trabalhar com integração e de forma comprometida para cumprirmos nossos cronogramas”, afirmou Teixeira durante a reunião em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba.

Dos 5.300 trabalhadores atualmente empregados na Integração do São Francisco, mais de 4.400 estão diretamente ligados às atividades de construção de canais, túneis, aquedutos e barragens que vão beneficiar mais de 12 milhões de pessoas no Nordeste. Nos últimos seis meses, 1.300 pessoas foram contratadas para atuar nas obras do São Francisco. As novas contrações são resultado das sete ordens de serviço emitidas no período. Até o final de julho, todos os contratos das obras complementares do projeto estarão firmados.

Para aperfeiçoar o gerenciamento dos contratos do Projeto São Francisco (43 no total), o Ministério da Integração Nacional implantou, a partir de 2011, novo planejamento e modificou a forma de licitação e contratação com seis trechos de obras (Metas 1N, 2N, 3N, 1L, 2L e 3L).

Etapas da obra – As obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco estão em atividade em 12 trechos que passam pelos municípios pernambucanos de Salgueiro, Cabrobó, Floresta, Verdejante, Custódia e Sertânia; em Jati e Mauriti, no Ceará; e em São José de Piranhas, na Paraíba. Ao todo, das 16 etapas de construção do empreendimento, duas (Canais de Aproximação Norte e Leste) já estão concluídas. São 1,5 mil equipamentos em operação.

O Projeto São Francisco também possui três trechos que funcionam 24 horas por dia entre Salgueiro e Cabrobó (PE), em Jati (CE), e em São José de Piranhas (PB). Os serviços em Mauriti (Lote 6), no Ceará, e em São José de Piranhas (Lote 7) serão retomados com a conclusão do processo licitatório já em curso.

Considerada a maior obra de infraestrutura hídrica do país, a Integração do Rio São Francisco é um empreendimento do Governo Federal que vai levar água para mais de 12 milhões de pessoas nos estados de Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte, além de gerar emprego e inclusão social.

Portal Correio

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1 pensou em “Quase 600 profissionais intensificam ações de acompanhamento do Projeto São Francisco, diz Governo Federal”

  1. Esperamos ,que não haja mais abandono como antes, chega de tanta falta de atenção,para um projeto de tanta importância igual ao que se trata, á sonhada transposição do velho Chico.Acho que já chegou o momento de se levar á sério algo que ofereça o de melhor para o bem estar do nosso povo, essa obra é de forma satisfatória para atender quem de fato precisa de melhores condições de vida.A água será sempre o bem melhor da nossa vida, é por ela que depende par o nosso progresso e desenvolvimento de uma região ou de outras, o nosso nordeste, precisa de uma atenção também dos puderes federais, pois somos parte forte do nosso país, produzimos também para o progresso da nossa nação , o que não aceitamos são as atitudes discriminatória contra nossa gente, se queremos e lutamos por esse projeto é porque precisamos, para vivermos em condições de pessoas e não de animais irracionais.Somos fortes , e continuaremos sempre lutando pelos nossos direitos ,custe o que custar.!Que esta obra seja a redenção de milhares de nordestinos, e que não pare mais.Concluir é preciso sim!!!!

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