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Paraibano é preso suspeito de clonagem de cartões e crimes na internet com quadrilha do CE

Quadrilha falsificava cartões e documentos
Quadrilha falsificava cartões e documentos

Um paraibano da cidade de Cajazeiras foi preso pela Polícia Federal nessa terça-feira (10), suspeito de integrar uma quadrilha que praticava crimes cibernéticos, estelionato, furto qualificado, falsificação de documento, lavagem de dinheiro. Dos 11 mandados de prisão, nove foram cumpridos. Além do paraibano, outras pessoas foram presas em Fortaleza (CE) e São Bernardo (MA).

Por meio do trabalho denominado de Operação Malibu, a PF constatou a participação ativa do grupo criminoso no desvio de cartões de crédito/débito e correspondências do tipo ‘mala direta’ de instituições financeiras oferecendo crédito a seus clientes. Os cartões eram desbloqueados e posteriormente usados para a realização de compras no comércio de Fortaleza.

Já as correspondências do tipo ‘mala direta’ eram utilizadas pela quadrilha para efetuar empréstimos consignados fraudulentos, em nome das vítimas, após a obtenção dos dados pessoais delas em bancos de dados da Câmara dos Dirigentes Lojistas. Em seguida, a quadrilha falsificava os documentos necessários à abertura de conta bancária para o depósito do numerário resultante do empréstimo.

A quadrilha também agia em operações fraudulentas realizadas em maquinetas de cartões de crédito registradas em nome das empresas dos integrantes da quadrilha, através de simulações de vendas, uma vez que tais empresas não funcionam de fato. Outra modalidade de fraude era realizada de vendas fictícias de carros usados ofertados em sites de classificados.

De acordo com a Polícia Federal no Ceará, as investigações foram iniciadas em abril de 2012, em decorrência do desdobramento da Operação Olho de Boi, deflagrada em 29 de novembro de 2011, quando foi identificada a prática de crimes com a participação de servidores da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT), lotados em Fortaleza (CE), envolvidos no desvio de cartões de crédito/débito enviados via ECT, e entregues a terceiros que efetuavam compras no comércio local.

 

Portal Correio

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