Educação

Papa Francisco é o líder mundial mais influente no Twitter, diz estudo

20150428184529497272aEntre as diversas redes sociais presentes na internet, o Twitter é a preferida dos líderes mundiais. E o líder mais influente presente no site é o Papa Francisco. Essa é a conclusão do estudo Twiplomacy, feito pela consultora global em comunicação Burston-Marsteller, que realizou a pesquisa para entender como diversas figuras políticas importantes do mundo utilizam a ferramenta online.
Foram analisadas 669 contas do governo de 166 países até o dia 24 de março. Segundo o estudo, 86% dos governos das Nações Unidas têm presença no Twitter. Os cinco líderes mais seguidos no mundo na rede social foram o presidente dos Estados Unidos Barack Obama (57 milhões de seguidores), o Para Francisco (20 milhões somados nas nove contas de idiomas diferentes), o primeiro ministro indiano Narendra Modi (11,9 milhões), o presidente turco Recep Tayyip Erdo%u011Fan (6,28 milhões) e o perfil da Casa Branca (6,11 milhões).
Apesar de ser o líder mundial com mais seguidores, Barack Obama não é o mais influente. Quem toma o primeiro lugar nessa categoria é o Papa Francisco: cada tweet enviado pela conta em espanhol do pontífice é retuitado em média 10 mil vezes.
Na América Latina, a presidente Dilma Roussef aparece na lista entre os cinco líderes mais seguidos da região e figura em quarto lugar, com 3,3 milhões de seguidores. Roussef ficou atrás dos presidentes do México, Enrique Peña Nieto, da Colômbia, Juan Manuel Santos, e da Argentina, Cristina Kirchner. O quinto lugar ficou com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
“Este estudo mostra que os governos estão cada vez mais profissionais no uso das redes sociais”, comenta Ramiro Prudencio, CEO da Burson-Marsteller na América Latina. “É interessante observar como os governos se adaptam às mudanças dinâmicas no cenário das redes sociais. Essas instituições têm construído equipes completas e capacitadas para gerenciar a comunicação online. Acreditamos que as empresas podem aprender muito com a atuação dos governos e de seus líderes no Twitter”, explica Prudencio.
Os dados completos do estudo Twiplomacy podem ser encontrados aqui.
Correio Braziliense

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