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Pais fazem exigências e ameaçam ação coletiva contra escola

Um grupo de pais de alunos do colégio GEO apresentou uma série de exigências após divulgação de estupro de duas crianças nos banheiros da escola no ano passado. Os suspeitos do crime são adolescentes que também estudavam na unidade de ensino, além de um zelador.

A comissão fixou um prazo de 30 para que as exigências sejam cumpridas e ameaçou ingressar com uma ação coletiva contra a escola. Os pais pedem a realização de campanha de prevenção à violência sexual contra crianças e adolescentes, por meio de palestras e cartilhas, além da construção de banheiros individuais, implantação de uma ronda pelos corredores e instalação de câmeras de segurança.

O estupro de um menino foi denunciado pelos pais à polícia em maio do ano passado. O Ministério Público instaurou inquérito sobre o crime em outubro através de um procedimento especial que tramita em segredo de justiça.

As investigações duraram três meses e, em dezembro de 2018, a promotoria encaminhou à Vara da Infância representação contra os adolescentes envolvidos e encaminhou informações para que a Promotoria de Justiça Criminal investigasse a participação de um adulto.

A 1ª promotora de Justiça de João Pessoa em substituição, Adriana de França, ofereceu denúncia contra o acusado e requereu a prisão preventiva dele por duas vezes. O primeiro pedido foi feito no momento da denúncia e foi negado pelo juiz. Com a instrução processual e o surgimento de novos fatos, foi requerida novamente a prisão preventiva do acusado. A promotoria aguarda a decisão da Justiça sobre o pedido.

Confira o documento:

MaisPB

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