Brasil

Óleo que atingiu praias do Nordeste não é brasileiro, afirma Bolsonaro

Presidente diz ter 'um país no radar', mas não revelou qual. Manchas atingiram 132 localidades em 61 municípios. Marinha monitora navios para identificar origem do óleo.

O presidente Jair Bolsonaro se reuniu nesta segunda-feira (7) com ministros e comandantes das Forças Armadas para discutir o aparecimento de manchas de óleo em praias do Nordeste. O encontro aconteceu na sede do Ministério da Defesa.

Após a reunião, Bolsonaro disse a jornalistas que as manchas de óleo estão sendo “analisadas” desde 2 de setembro. Ele afirmou que trata-se de uma investigação “bastante complexa” e frisou que o óleo não é produzido e nem comercializado no Brasil.

Segundo o presidente, o aparecimento das manchas pode ter origem criminosa ou acidental. De acordo com ele, existe um país “no radar”, mas Bolsonaro não quis dizer qual.

“Pode ser algo criminoso, pode ser um vazamento acidental, pode ser um navio que naufragou também. Agora, é complexo. Temos, no radar, um país que pode ser o da origem do petróleo e continuamos trabalhando da melhor maneira possível”, declarou.

Bolsonaro acrescentou que cerca de 140 navios fizeram o trajeto pela região, mas não disse em qual período. O presidente afirmou que, em situações como essa, “seria natural” o comandante – da possível embarcação que teria derramado o óleo – informar sobre o ocorrido.

“Acidentes acontecem, mas, infelizmente, com o navio que aconteceu isso, com o possível navio – pelo que tudo demonstra, não veio também, pelo que parece, não veio de vazamento de plataforma – infelizmente isso não aconteceu”, lamentou.

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