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Maia nega que pediu Exército e pede para governo “repor verdade”

201705240913010000005067Depois de comandar reunião com líderes partidários no fim da tarde desta quarta-feira (24), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o prazo do decreto que estabelece ação de garantia de lei e da ordem pelas Forças Armadas no Distrito Federal, assinado horas antes pelo presidente Michel Temer (PMDB), até a próxima quarta-feira (31), é “um excesso, sem dúvida nenhuma”.

“Pedi a Força Nacional porque entendo que a baderna e a confusão não podem prevalecer no ambiente democrático”, justificou.

A rusga entre o presidente da Câmara e o Palácio do Planalto ocorre no momento em que Maia tem a responsabilidade de avaliar os pedidos de impeachment apresentados contra Temer, que é alvo de inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) para apurar os supostos crimes de de corrupção passiva, organização criminosa e obstrução à Justiça.

Em seguida, Maia voltou ao plenário e reabriu a sessão, às 18h11.

Mais cedo, Maia falou no plenário da Câmara. Sobre a intenção de manter a sessão mesmo com a violência do lado de fora da Câmara, Maia disse que a maioria dos parlamentares quer votar. “Nós queremos trabalhar. As manifestações estão acontecendo, uma parte está violenta, a polícia do Distrito Federal está trabalhando, o governo federal está colaborando. Eu acho que o importante é garantir a segurança”, declarou.

Nesta tarde, o plenário da Câmara rejeitou, por 258 votos a 15, o requerimento do PSOL que pedia a retirada de pauta da Medida Provisória 767/17, que aumenta as carências para concessão do auxílio-doença, da aposentadoria por invalidez e do salário-maternidade em alguns casos.

UOL

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