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Ex-global ganha cargo com salário de R$ 20 mil na Assembleia do RJ

2011012876997-310x245Ex-mulher de Roberto Carlos e ex-deputada estadual, a atriz Myrian Rios não perdeu seu prestígio na Assembleia Legislativa, apesar de não ter sido reeleita no ano passado. Ela foi nomeada na quinta-feira subdiretora-geral de Cultura da Alerj, conforme antecipou o blog de Ancelmo Gois. Seu salário é de R$ 17.630,51. No entanto, somados os benefícios, ela receberá cerca de R$ 20 mil.

A ex-deputada será subordinada à diretora-geral de Cultura da Alerj, Fernanda Figueiredo Nascimento, que é filha do vereador Uóston (PMDB), correligionário do presidente da Alerj, Jorge Picciani, que foi quem assinou as nomeações. Fernanda ganha R$ 30.471,11.

Myrian ficou pouco tempo longe da Alerj. Logo após o início da nova legislatura, ela ganhou cargo de assistente na Presidência da Casa, com salário de R$ 8.162,93.

Jorge Picciani afirma que Myrian Rios é qualificada para o cargo. Ele disse que a experiência dela como atriz e produtora ajudará a Casa a se consolidar como um polo irradiador de cultura do Centro do Rio.

Por meio de nota, a Alerj esclareceu ainda que, independentemente do parentesco, Fernanda Figueiredo tem todas as qualificações para o exercício da função: é jornalista formada pela PUC-RJ, com experiência de oito anos na área de eventos do governo do estado. A assembleia informou que promove eventos como concertos e uma exposição permanente no Palácio Tiradentes.

NO GOVERNO, ARROCHO

Enquanto a Alerj distribui cargos comissionados com salários altos, o governo do estado corre para cortar gastos. O RioPrevidência convocará 40 mil viúvos e viúvas para um recadastramento. A intenção é cassar os benefícios de pensionistas que se casaram novamente.

Para endurecer ainda mais a concessão de benefícios, a Secretaria estadual da Casa Civil enviará à Alerj, na segunda-feira, um projeto de lei que elimina benesses. Pensões por morte só serão concedidas se o servidor tiver pelo menos dois anos de carreira. Além disso, o governo não pagará mais pensão por morte para filhos de beneficiários maiores de 21 anos que cursam a universidade até completar 24 anos. Servidores que tirarem licença sem vencimentos também não poderão mais parar de contribuir com a previdência durante o período de afastamento.

 
G1

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