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Estrutura da escola Normal de Bananeiras ameaça cair e preocupa funcionários e estudantes

A Escola Normal Estadual Pedro Augusto de Almeida, que fica em Bananeiras, no Brejo paraibano, está com a estrutura prestes a cair e preocupa funcionários e alunos. Eles divulgaram imagens, nesta quarta-feira (14), que mostram o teto com infiltrações, mesas e cadeiras enferrujadas, além de portas quebradas e paredes rachadas. A instituição está com as aulas presenciais suspensas, mas o secretário estadual de educação, Cláudio Furtado, já antecipou que as aulas devem retornar ao modo híbrido em setembro.

O vice-prefeito de Bananeiras em 2020, Guga Aragão (DEM), realizou um pedido de recuperação da instituição ao governo da Paraíba, mas alegou que não obteve resposta. “A reforma da ‘Escola Normal’ sempre esteve em nossa pauta. Em maio do ano passado, enviei ofício ao Governo solicitando melhorias na escola, inclusive fotos, para que aproveitassem o período de pandemia e fazer as reformas, mas até hoje não fomos atendidos”, afirmou.

Quem também interviu na situação foi o deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB). Ele apresentou um requerimento, na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), apelando ao governo do estado e à Secretaria de Educação, para a realização de uma vistoria e reforma na instituição.

Ao G1, Cláudio Furtado informou, por meio da assessoria de imprensa, que a Secretaria não recebeu solicitação de Guga Aragão sobre a escola. “De todo modo, a solicitação já foi feita pelo atual prefeito da cidade e por deputados a exemplo de Tião Gomes e Hervázio, e que a reforma já está programada com a Suplan para 2021/2022”, ressaltou.

Estrutura da Escola Normal Estadual Pedro Augusto de Almeida ameaça desabar, em Bananeiras — Foto: Tovar Correia Lima/Divulgação

Estrutura da Escola Normal Estadual Pedro Augusto de Almeida ameaça desabar, em Bananeiras — Foto: Tovar Correia Lima/Divulgação

Como o retorno das aulas ao formato híbrido está previsto para setembro, onde 30% dos alunos vão assistir aula presencial e 70% vão ficar na modalidade remota, foi levantada a possibilidade de que os funcionários e alunos correriam o risco de acidentes em estar presente na escola. No entanto, a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação informou que a reforma não ocorrerá antes desse período.

G1

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