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Corpos de vítimas de acidente no Canadá podem demorar a chegar a Brasília

Rafaela e Clara foram com o marido e pai, Arthur, acampar em um lago próximo a Saskatoon, cidade canandense onde moravam
Rafaela e Clara foram com o marido e pai, Arthur, acampar em um lago próximo a Saskatoon, cidade canandense onde moravam

A família da brasiliense Rafaela Andrade Ramos, 26 anos, morta no Canadá com a filha Clara, de 2 anos, enfrenta a burocracia para trazer as duas de volta à capital brasileira. O traslado deve demorar, ao menos, uma semana. Parentes de Arthur Ramos, 26 anos, marido e pai das vítimas, também enfrentariam dificuldades para viajar ao país da América do Norte e apoiá-lo, mas o problema foi resolvido. É necessário um visto, que leva semanas para ser concedido. Entretanto, a Embaixada do Canadá, em Brasília, e o Consulado do país, que funciona em São Paulo, confirmaram que vão liberar o documento ainda na manhã de hoje.

O acidente aconteceu na noite de sábado. A mãe morreu na hora. Já a filha chegou a ser levada de helicóptero a um hospital, onde teve decretada a morte cerebral na segunda-feira. O pai e o avô dela, o empresário brasiliense Henrique Andrade, 54 anos, autorizaram a doação dos órgãos da menina. Médicos canadenses decidiram aproveitar os rins em outra criança.

Amiga do casal, com quem estudou no Marista, a fisioterapeuta Dayse Campante, 26 anos, tem mantido contato com os pais de Rafaela e Arthur. “O pai dele e os pais e o irmão dela estão lá (no Canadá). A mãe e os irmãos (de Arthur) têm uma reunião para tentar antecipar o visto de emergência”, contou Campante.

 

Correio Braziliense

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