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A cada dia um novo desafio para os Profissionais da Saúde.

Enquanto o medo, o pânico e a preocupação levam você a pensar em ficar em casa, se resguardar, tomar cuidados extremos para que não sejas infectado, os Profissionais da Saúde sentem isso todos os dias, mas com uma diferença: não podem ficar em casa. Esses Técnicos tem pais, filhos, esposas, maridos, que ficam em casa esperando a volta de cada um deles para o lar. Muitos desses Profissionais tem hora para saírem de casa, mas não tem horário certo para voltarem. E a dúvida: será que voltam sadios?
As noites não são mais as mesmas. Os dias são mais extensos. Os músculos responsáveis pelo sorriso quase entram em paralisia. As fisionomias fechadas e a respiração dificultosa tomam conta dos rostos. A frieza começa a superar o desejo de estar próximo, de abraçar, de beijar. Até um aperto de mão é dizimado por conta de um vírus que nos obriga a ficarmos distantes uns dos outros.
Mesmo assim o compromisso com o cuidado pela vida e a força de vencer uma guerra contra um inimigo invisível e voraz, é maior. As forças aparecem do nada. O corpo parece que fica blindado e cheio de vigor. É como se a energia brotasse de uma fonte desconhecida. Assim é o Profissional da Saúde.
Aquele que orienta, fiscaliza, trata, previne, acompanha, ajuda, apóia…
Condutores, Médicos, Agentes de Combate às Endemias, Odontólogos, Enfermeiros, Agentes Comunitários de Saúde, Técnicos, Gerentes, Diretores, Fisioterapeutas, Coordenadores, Nutricionistas, Profissionais da Educação Física, Farmacêuticos, Técnicos em Saúde Bucal, Bioquímicos, Vigilantes, Técnicos em Enfermagem, Psicólogos, Assistentes Sociais, Auxiliares de Serviços Gerais, Fonoaudiólogos, Biomédicos, Agentes Administrativos, Fiscais, Médicos Veterinários, são alguns dos que todos os dias lutam incansavelmente para que nossa saúde seja mantida ou restabelecida, mesmo que em algumas situações não tenham o reconhecimento devido e nem o respeito almejado. Às vezes são observados como figuras doutrinadas para o serviço obrigatório. Porém, nos momentos em que recebem o “obrigado”!, “valeu aí”!, tem o ego massageado pelo simples gesto do agradecimento. Sabendo que amanhã será um novo dia. E sobre pedras e barrancos, em muitos casos movidos pelo combustível do amor, continuam com sua missão. Assim é a vida dos seres humanos que trabalham na saúde. A vocês, obrigado por tudo!

Atenciosamente,
João Rocha – Secretário da Saúde

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